To Smoke or Not To Smoke
Pandemia declarada e eu compro um maço de cigarros. É parvo, eu sei. Mas para uma ansiosa que recalca a ansiedade, o cigarro é um penso rápido agradável. O primeiro maço foi uma espécie de "Eu preciso disto agora". Agora a decisão é comprar mais ou parar.
Os filhos chegam na sexta e não vão aprovar.
Quando eram pequenos e controlávamos a quantidade de doces e porcarias que comiam, comíamos doces e porcarias às escondidas. Agora eles são adolescentes e eu fumo às escondidas. Julgo que o pai também. Não é tanto uma hipocrisia, antes um desejo de que façam boas escolhas e não querer dar um mau exemplo.
Desde que sou mãe não decido apenas por mim, decido também por eles. Quando escolho não gritar, não me descontrolar, não me encher de porcarias ou parar de fumar, não estar sempre no telemóvel, até não faltar ao ginásio. Porque quero ser coerente e, no limite, porque se ser razoável por mim não vale a pena, por eles vale de certeza.
Vamos tentar o Not To Smoke.
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